O protagonista Kenny tem sua vida virada de cabeça para baixo depois de começar a receber algumas ameaças. Ele teve seu computador invadido por um vírus e passou a ter livre acesso a câmera e aos dados do computador de Kenny. Um vídeo de sua intimidade é descoberto, para que não seja divulgado, o jovem tem que seguir algumas instruções que passa a receber no seu celular. A cada nova instrução, somos levados a nos questionar se o vídeo realmente valia todo o esforço que estava sendo feito.
Durante o episódio, cruzam no caminho de Kenny outras pessoas que também estão na mesma situação que ele. Existem outras pessoas que estão cumprindo ordens para não ter algo seu divulgado. Assim como no caso de Kenny, nos questionamos se vale a pena cumprir missões cada vez mais absurdas para algum conteúdo pessoal não ser divulgado na internet. Eles seguem as instruções de um estranho sem medir as consequências para não terem suas vidas expostas. Será que ainda existe privacidade na internet? Esse é um dos pontos discutidos durante o episódio. O final é digno de qualquer desfecho de Black Mirror: pessimista e reflexivo.
A ideia da série é mostrar em forma de distopia, que a vilã não é a tecnologia e sim nós e o uso que damos para ela. No caso de “Shut up and Dance” ,nunca uma distopia esteve tão próxima do presente. Casos de invasão de privacidade através de computadores é muito comum. Na internet, a medida em público e privado vai depender de como usamos a tecnologia.
Uma lição do episódio que podemos trazer para a realidade é que a internet é uma ferramenta maravilhosa, que facilita as nossas vidas, mas pode ser usada tanto para o bem quanto para o mal. A diferença é que tudo o que você faz na internet deixa rastros. Mark Zuckerberg, o criador do Facebook, já cobriu a câmera do computador. Se eu fosse você, faria o mesmo.
Por: Clara Studart
Uma lição do episódio que podemos trazer para a realidade é que a internet é uma ferramenta maravilhosa, que facilita as nossas vidas, mas pode ser usada tanto para o bem quanto para o mal. A diferença é que tudo o que você faz na internet deixa rastros. Mark Zuckerberg, o criador do Facebook, já cobriu a câmera do computador. Se eu fosse você, faria o mesmo.
Por: Clara Studart

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